Paulistanos unem-se para monitorar o dinheiro público

Publicado para | Antigos em 22 de dezembro de 2015 13:07

O dia 9 de dezembro de 2015 marca a fundação do Observatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP). O evento foi realizado em uma data simbólica: “Dia Internacional contra a Corrupção”

 

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Foram quase dois anos de discussões com a sociedade e com dezenas de entidades sociais, empresariais e ligadas à fiscalização do dinheiro público municipal, para que a cidade de São Paulo conseguisse fundar oObservatório Social do Brasil – São Paulo (OSB-SP). O evento de lançamento ocorreu no auditório da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), no bairro da Liberdade, em 9 de dezembro de 2015. A data é simbólica e representativa, pois comemora o “Dia Internacional Contra a Corrupção”.

Pelo menos 200 pessoas, entre representantes da sociedade civil e de 50 entidades de representação, estiveram no lançamento da unidade do observatório social paulistano. Filiado à rede Observatório Social do Brasil, trata-se de uma organização suprapartidária, instituída e mantida pela sociedade civil, com o objetivo de promover a conscientização da sociedade para a cidadania fiscal.

O grupo de cidadãos tem, ainda, como meta propor melhores práticas que gerem transparência da gestão dos recursos públicos que entram nos cofres da cidade de São Paulo. Com ênfase na ação preventiva, a fim de evitar o mau uso dos recursos públicos, os observatórios sociais estão presentes em mais de 100 cidades brasileiras, em 19 Estados. Nos últimos três anos, 50 municípios já tiveram a economia de R$ 1 bilhão aos cofres públicos locais.

Após as apresentações, o público presente ouviu algumas considerações do reitor da Fecap, Edison Simoni, da conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) Vitória Lopes da Silva, da integrante do núcleo de ações de prevenção à corrupção da Controladoria Regional da União no Estado de São Paulo (CGU-SP) Priscila Coradi Moraes e do representante do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Luciano Santos.

O auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, Paulo de Oliveira Abrahão, coordenou as atividades da mesa, tendo como secretária da sessão a consultora contábil Helenilda Cardoso Santos, ambos voluntários do FOBSampa, fórum de formação do Observatório Social da cidade de São Paulo. A apresentação geral foi realizada pela cerimonialista Renata Ribeiro.

A fundação do Observatório Social do Brasil – São Paulo contou com o apoio e participação das seguintes entidades: ANABB – Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, Arquidiocese de São Paulo – pela Pastoral Fé e Política, ACSP – Associação Comercial de São Paulo, ASDPESP – Associação dos Servidores e Servidoras da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, CAASP – Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-SP, CGU – Controladoria-Geral da União, CIESP – Centro de Indústria do Estado de São Paulo, CGM – Controladoria Geral do Município de São Paulo, CRC-SP – Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, Movimento Social Educafro, Faculdade Sumaré, FECAP – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, FENASTC – Federação Nacional das Entidades dos Servidores dos Tribunais de Contas do Brasil, FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo,GEFESP – Grupo de Educação Fiscal do Estado de São Paulo, Instituto Ethos, IBAP – ​Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, Instituição Maçônica “Grande Oriente de São Paulo”, IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, Instituto Viva Cidadania, MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral,Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público Federal, MPD – Movimento do Ministério Público Democrático, Movimento Voto Consciente, OAB-SP – Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo, PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais, Receita Federal do Brasil – São Paulo, SINDILEX– Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, SIMPI – Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo, SINAL – Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, TCM – Tribunal de Contas do Município de São Paulo, Unacon Sindical – Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controles, APF – Associação Paulista de Fundações, AESCON – Associação das Empresas de Serviços Contábeis, CNSP – Confederação Nacional dos Servidores Públicos, FASP– Federação dos Servidores Municipais de São Paulo, IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, Programa de Voluntariado da Classe Contábil, Programa Nacional de Educação Fiscal na Receita Federal em São Paulo, REBRATES – Rede Brasileira do Terceiro Setor, Rede Nossa São Paulo, SESCON – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, SINDCONT-SP – Sindicato dos Contabilistas de São Paulo, SINDIRECEITA – Sindicato Nacional dos Analistas Tributários, SINDIFISCO – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, UNAFISCO – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil.

 

fonte: Observatório Social de São Paulo

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